Sobre Paulo Urban, criador da Psicoterapia do Encantamento

Paulo Urban é Médico Psiquiatra e criador da Psicoterapeuta do Encantamento.
Escritor, poeta e sonetista.

Nascido em São Paulo em 10 de fevereiro de 1965, sua vasta e variada obra literária demonstra sua capacidade de ver a realidade sob vários ângulos como um verdadeiro representante do signo de Aquário, que já vislumbra no hoje a realidade futura: a vida é um tecido interligado.

Desde o ano de 2001, dedica-se a exercer a psiquiatria e a psicoterapia em consultório clínico, sendo criador de sua própria abordagem psico-clínica, a Psicoterapia do Encantamento.
Neste link, conheça a Psicoterapia do Encantamento: http://www.amigodaalma.com.br/

Ministra o Curso Online “Ciências do Sagrado” pelo Instituto Arcano.
Neste link, mais informações: http://www.amigodaalma.com.br/ciencias-do-sagrado-curso-extensivo/

Informações, agendamento de consultas ou entrevistas com Dr. Paulo Urban: fale diretamente com ele pelo fone:  (11) 9.9706 -7704

Conheça um pouco de sua brilhante trajetória
Articulista da Revista Planeta (2001-2006) e editor-chefe da Revista Nova Consciência (2007-2008).

É membro da Academia Poética de Letras e publicou dois livros sobre Tarot.

“Mas, acima de tudo, é um ser-humano íntegro e apaixonado pelo que faz. É o cara que sabe nos fazer curar, sem que nem percebamos, através da capacidade de nos provocar boas gargalhadas.”

Como dissemos, Paulo Urban é também escritor, poeta e sonetista. Parte de seu currículo editorial e literário compreende:

Redator-chefe da Revista Medicina Atual em 2004.

Coordenador editorial responsável pela criação da Revista Nova Consciência, 2007-2008.

Articulista da Revista Planeta, 2000-2006.

Com livros publicados nas áreas de medicina, esoterismo e história, é autor de centenas de textos e matérias nas áreas de psiquiatria, psicologia, alquimia, magia, hermetismo, mitologia, filosofia, parapsicologia, antropologia, xamanismo, comportamento, arte, literatura, astronomia, astrologia, resenhas biográficas e outros assuntos.

Duas de suas obras premiadas foram escritas em parceria com seu pai Homero Pimentel (1939-2008), professor de história (e historiador):

Fractais da História, a humanidade no caleidoscópio, ed. Madras; Prêmio Clio de História, 2004 
Santos Dumont, Bandeirante dos Ares e das Eras, ed Madras, Prêmio Clio de História, 2006 – pela Academia Paulistana de História e Prêmio Centenário da Aviação, pela Academia Brasileira de Aeronáutica. 

Neste soneto, um pouco dessa alma sábia e generosa:

“Sim, somos todos heróis da própria jornada, mas isso nada tem a ver com revolucionar o mundo, salvar o planeta de ameaças alienígenas ou sair voando por aí com uma capa azul amarrada às costas; menos ainda devemos crer que a salvação de nossas almas dependa da ação de deuses ou heróis que venham de fora. A grande ação a que devemos, como heróis, nos entregar, não é outra senão aquela que se opera no anonimato de nossos corações, cujo maior ‘poder’ consiste em nos tornar prontos para que, ‘tocados de alegria’, possamos lidar com as adversidades do caminho.

Pois será assim, conquanto sigamos por esta estrada missionária, palmilhando-a de suor e lágrimas, que nos abriremos às situações pelas quais devemos obrigatoriamente passar, indo ao encontro dos arquétipos que guardam respeito à nossa pessoal mitologia, os únicos, a propósito, que poderão nos transformar de modo intrínseco e profundo.

Porque, segundo roga a Psicoterapia do Encantamento, “os mitos só têm sentido quando são sentidos”. Sem experimentarmos nossa mitologia pessoal, nada seremos além de autômatos a cruzar estradas sem destino, meros barcos fantasmas à deriva nos mares oceânicos, falidos robôs computando a esterilidade dos dias e noites sem sentido nem beleza, sem mérito ou poesia. Cada um busque, pois, por sua pessoal mitologia, é ela a chave da mais profunda transformação anímica”. (Paulo Urban)

A VOZ DO ENCANTAMENTO

Eu sou aquele
que sublime ressoa na quietude do ser,
que faz brilhar os olhos d’alma,
que repercute a harmonia das estrelas.

Eu sou aquele
que vibra em sintonia
com a sublime música das esferas,

Eu sou aquele
que está pleno de toda orquestração
regida pela baqueta
do Maestro onisciente.

Eu não estou apenas nas coisas,
nem habito tão-somente o teu coração,
mas trago comigo a magia de integrar
teu coração a todas as coisas,
unindo teu ser à Grande Consciência,
real e transcendente.

Porque a alma,
sempre que se descobre encantada,
entrega-se à sua natural Missão;
porque a alma,
quando encantada,
integra-se a si mesma
e se orienta espontaneamente
para a Luz Maior,
cuja essência é divina e curativa.

Eu sou o canto que vem de teu interior,
eu sou o canto profundo da tua alma;
deixa-me entrar em tua vida
e eu a transformarei no mais vivo Santuário.

Paulo Urban, equinócio de outono, MMVII



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