Minimalismo é a nova tendência. Como sair de casa grande para um apartamento de tamanho pequeno ou médio?

Quais os critérios na hora de avaliarmos o que devemos manter conosco, desde que haja essa possibilidade diante do tamanho que iremos ter na nova residência?

Aprendendo a interpretar com os olhos do Feng Shui

Discernimento é fundamental:

Se eu não gosto de uma coisa, ou se a pessoa que me deu algo que está em minha casa é uma pessoa que não me traz boas recordações, essas coisas não me fazem bem, porque elas me lembram de coisas ou pessoas cuja energia não é agradável para mim muitas vezes de forma subliminar.

Devemos agir assim mesmo em relação a coisas de valor. Nosso bem-estar vale mais do que elas. Porém, sempre com bom-senso: há procedimentos que fazemos para limpezas energéticas que podem resolver o problema. No entanto, há objetos que a carga emocional que despertam em nós é tão forte, que só substituindo por algo novo, mesmo.

Conforme formos aprendendo a sentir e a usar mais nossa percepção, essas coisas ficam evidentes para nós. Por enquanto, estamos tão acostumados a não perceber nossos sentimentos em relação às coisas, que achamos estranho pensar assim.

Isso quer dizer que nosso modo de ver e sentir as coisas ficará mais aguçado.

Mas não nos esqueçamos de que o bom senso e o discernimento são os melhores conselheiros nas horas de decidir se um objeto deve ou não ser descartado do ambiente. Muitas vezes, não sabemos muito bem se queremos nos desfazer, apesar de ter alguma coisa em relação a ele que não nos soa bem.

Nesses casos, o melhor é não nos desfazermos imediatamente.  Retire do local, veja sua reação. Esse é um processo para fortalecer nossa auto-estima e favorecer a harmonia, portanto precisa ser realizado com discernimento, bom senso e serenidade.

Objetos dados por pessoas do nosso passado, que não estão mais conosco e nos fazem sofrer quando nos lembramos, é prudente nos descartarmos.

Agindo assim, mais rapidamente você vira a página de um momento doloroso de sua vida. É uma psicoterapia através do ambiente que você está fazendo. É verdade que às vezes precisamos agir com coragem em relação a algumas coisas, mas o importante é também estarmos seguros do que queremos. Estamos aprendendo a parar de sofrer. Lembre-se disto. Tudo que puder nos ajudar a conseguir isso é importante. Quanto mais conhecemos sobre este método, mais gostamos dele. Ele não tem contra-indicações e ensina você a viver em sua casa com o maior prazer e conforto possível. A casa se torna uma aliada sua, e o (a) ajuda a superar os maus momentos, quando você estiver passando algum. Porque ela estará harmonizada e limpa energeticamente, não propiciando sentimentos que nos fazem mal nem ambientes pouco saudáveis. Lembre-se: a casa é um instrumento, não um fim. É o local onde você deve encontrar o descanso e o ânimo necessários para enfrentar os desafios que a vida nos traz. Única ressalva é feita com relação a pessoas muito idosas e sedentárias, que precisam modificar seus antigos hábitos com o auxílio de um terapeuta da área, que irá administrando a reação dessas pessoas às modificações feitas e esclarecendo-as.   

As soluções devem incluir beleza, e devem deixar o local sempre mais gostoso e agradável do que estava.

  • As mudanças e as resistências naturais.
  • Possível efeito homeopático das mudanças.
  • Cada caso é um caso.

Continuando, dentro de sua casa, depois que você olhou todos os ambientes com olhar crítico e já fez a triagem de tudo que você tem em seus ambientes, vamos “adentrar” no mundo dos símbolos, conhecer sua força e soltar sua imaginação: você entrou na vibração que gera a vida, e pode co-criar, junto com a natureza, seu mundo particular, cheio de sabedoria e riquezas desconhecidas. E que lhe trará muito prazer.

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