O significado de Amar
Ontem e Hoje

Hoje, sabemos que Cristo veio nos ensinar que amar é estar em comunhão.
Comunhão com o Céu que nos envolve, com a Terra que nos acolhe.
E com todos os que nos aceitam como somos, na profunda reverência diante da verdade de que temos como origem o mesmo Criador.
A paz do coração repousa aí.

Nos tempos em que Cristo andou pela Galiléia, amar significava não desejar o mal.

Vigorava a Lei de Talião, que determina que quem com ferro fere, com ferro será ferido, ou ainda, olho por olho e dente por dente.

Por isso, quando o Mestre ensinou a não revidar o mal com o mal e usou a palavra amar: Amai os vossos inimigos, e fazei o bem a quem vos odeia, significava que aquele que revidava tornava-se réu perante a vida, e que não sairemos da 3.ª Dimensão, onde existe “choro e raiva”(ranger de dentes), enquanto não pagarmos até o último centavo de nossos débitos, ou dívidas.

Dívidas cármicas são pesos que carregamos na alma motivados pelo nosso ódio, rancor, desejo de vingança.

Como pedimos no Pai-Nosso que ele nos legou:

“Perdoai as nossas dívidas assim como perdoamos aos nossos devedores” (Hoje dizemos ofensas no lugar de dívidas).

Então, naquele tempo amar foi usado com o significado de não revidar.

Não desejar o mal. Ser um artífice da paz.

Ao mesmo tempo, afirma que os que tem fome e sede de justiça serão saciados, porque a Justiça Divina é perfeita:

Os misericordiosos alcançarão misericórdia, e os que fazem a paz serão chamados de Filhos do Altíssimo.

E só os que fizeram e fazem essa básica lição de casa no caminho do Amor, penetram no Reinos dos Céus dentro de seus corações.

Cristo pagou com sua própria vida aperfeiçoar nossos conceitos sobre o Amor.

O 1.º degrau da Sabedoria é a Humildade.

O último degrau da Sabedoria é a Bondade, o outro nome da Misericórdia e Compaixão.

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