Machupicchu, um portal para o autoconhecimento

Machupicchu Pueblo Águas Calientes
Machupicchu Pueblo
Águas Calientes

Estava lendo A profecia celestina, que se passa nas montanhas do Peru, onde me encontrava.
Fechei o livro, pensando sobre a dinâmica dos relacionamentos. Pensei alto:
— O Romantismo nos trouxe realmente delicadezas que podem suavizar nossa vida. Mas também pode ter gerado expectativas exageradas em relação à idealização do outro.

Kávula me olhou de forma curiosa.
Continuei:
– Você se recorda como o Ultra-Romantismo na Literatura foi conhecido?
– O mal do século.
– Isso mesmo. E acho que ele ainda continua fazendo mal. Ele gerou expectativas excessivas em relação ao outro e espalhou a ideia de que amor pode nos destruir, enquanto amor é a maior energia benéfica que existe.

Quando já aprendemos a amar, e compreendemos o valor que um relacionamento bem-intencionado encerra, ficamos felizes por ter acontecido esse relacionamento em nossas vidas, mesmo que a vida, com seus mistérios, tenha nos distanciado. Inclusive aumentou nossa capacidade de amar: o saldo do amor bem compreendido e vivido é sempre positivo para nossa personalidade.

Essa conscientização gera o desapego, fruto dessa consciência. E o desapego nos torna capazes de amar de forma total, sem permitir negatividades, como sentimentos de posse, melancolia, tristeza.

E como o verdadeiro objetivo de todo relacionamento é nossa evolução espiritual, ele só é benéfico enquanto vivo, expressão de nosso momento atual.Quando dois seres atingem a cura total de relacionamentos doentios, onde havia sentimentos que os enfraqueciam como personalidades e superam esse estágio e se tornam verdadeiros amigos, então esse relacionamento transcendeu e cumpriu sua finalidade.Neste caso, pode ser também o sinal de um ciclo que se completou para essas pessoas, porque um grande aprendizado foi incorporado aos seus currículos espirituais.

— Só podemos amar, de fato, quando aprendemos a nos amar, respeitar e aceitar nossa natureza e principalmente, saber dizer não.
— É mesmo: levamos muito tempo até perceber que o discernimento em relação ao que nos faz bem ou mal, ao conhecimento de nossa natureza mais profunda e a coragem de expor nosso eu é o início de relacionamentos que nutrem nosso corpo emocional.

Adormeci sabendo que a viagem estava apenas no começo: no dia seguinte seguiríamos para a sonhada Macchu Picchu. Porém, eu já havia entendido que o verdadeiro amor jamais poderia ser sinônimo de sofrimento. Que nascemos para sermos felizes e o primeiro passo era lidar com nossos relacionamentos de forma sábia e equilibrada.

Mas que eu ainda tinha muito a aprender sobre isso com os mestres da Sabedoria Universal.

Machupicchu, um portal para o autoconhecimento
Machupicchu,
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Vivemos para aprender a amar…
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Capa e Contracapa O Caminho da Sabedoria, Stela Vecchi
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