Da Manjedoura ao Vaticano

pedra viva

A Igreja Católica e o Amor que Jesus Cristo nos ensinou

Fruto do Judaísmo, há mais de 2000 anos nasceu Jesus Cristo. Sua missão era aperfeiçoar a Lei recebida por Moisés. A Terra já podia dar esse passo além. Porém os sacerdotes e os doutores da Lei não o reconheceram e não aceitaram o convite para participarem do Banquete oferecido pelo Criador.

Não houve outro jeito. O Pai é tão poderoso que pode suscitar de pedras filhos de Abraão.

O reino seria oferecido aos puros de coração, aos humildes, aos misericordiosos. Qualidades raras entre os estudiosos da Lei.

Os discípulos dele passaram por grandes apuros também. A resistência é grande neste planeta de dualidades para que a verdade seja reconhecida.
Jesus os avisou que não seria fácil: teremos tribulações, é preciso coragem.
Ele venceu o mundo.

Depois de sua morte, apareceu iluminado aos discípulos.

A igreja católica (significa universal) apostólica romana nasceu junto com o primeiro papa, Pedro.

Séculos e séculos de História construída em cima de muitos erros e poucos acertos nos legaram uma Igreja difícil de ser amada. Uma coisa é amar um mestre perfeito, Jesus, seu fundador. Outra é aceitar no amor que ele ensinou tantos desvios de seus ensinamentos. O excesso de bens materiais (guardai-vos da avareza); a hipocrisia tão detestada por ele (façam o que eles falam, não o que fazem), a ausência de caridade diante das dificuldades humanas em seguir essa perfeição com leis rígidas e tão pouco compassivas fizeram da Igreja hoje uma instituição onde o que mais se sente falta é do amor que ele nos ensinou. Amai-vos uns aos outros…

Mesmo assim, o que encontrei e encontro em suas raízes férteis e fecundas de tantos grandes homens e mulheres que amaram Jesus como Pedro O amou alimentam até hoje minha alma para viver no amor de Cristo.
O grande desafio é tornar a igreja hoje o fiel espelho de nosso mestre Jesus Cristo.

Meu caminho foi eclético: bebi das raízes de tantas outras doutrinas e me alimentei também de suas ricas filosofias e práticas. Afinal, em meu coração Cristo é a luz que ilumina todo o coração humano e todo aquele que o aceita, ele o acolhe. Em sua infinita sabedoria, podemos compreender que todas as manifestações de amor ao nosso Pai Criador só pode nos unir e fortalecer. O desafio é justamente esse: aceitar toda a diferença no amor.

Cristo nos ensina que a raiva e o medo impedem nossa entrada e condena a dureza de coração. Só corações puros e sensíveis podem participar e perceber o reino tão suave e forte do amor do reino dos céus, que está também dentro de nosso coração.
Os corações duros só podem perceber a matéria e suas seduções, sem intuir que a matéria para nada serve, é o espírito que vivifica a matéria.
Ele nos promete a liberdade, fruto da verdade. Conhecereis a verdade, e ela vos libertará.

Ser livre é exercer plenamente nossa vontade iluminada pelo discernimento entre o que é bom, e portanto, aumenta nossa alegria e saúde; e o que nos faz mal, diminuindo nossa força. Só os que se amam podem amar.

Discernimento é o que nos é pedido desde o início através da simbologia da árvore do bem e do mal.
A boa árvore dá bons frutos. Não se colhem figos de espinheiros.

Stela Vecchi

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