Vida eterna, o Tempo sempre presente

Janela Machupicchu_kb

O vôo ao Infinito exige coragem.
Para ver além das aparências do bem e enxergar o cerne da união com Deus.
É no início um movimento vertical, que só no futuro se complementará com a horizontalidade. Não se pode inverter esse processo iniciático, sob pena de não realizarmos jamais nossa conexão com o Todo. Deus tem que estar no lugar de Deus.

Não temos certeza de onde viemos.
Conforme os véus que nos impedem de ver a grandeza que nos envolve caem, nossa alma inicia a grande subida.

Intuições, luzes repentinas, vão nos guiando nessa árdua encarnação, a mais árdua de toda história de nossa alma.
Apesar de a noite já não ser tão escura, a aurora ainda não se fez.

O tempo começa a perder sua força. A sensação de que ele é a grande ilusão também. Percebemos que ele é apenas o grande revelador de nossas escolhas. Porque seus frutos, doces ou amargos, ou mesmo insossos, chegarão até nossa boca.

O mais difícil nessa etapa é sentirmos que não pertencemos a nada. Nem a ninguém.
A comunhão com Deus, ou mesmo com os que aprenderam a Amá-Lo nos basta. Mesmo amando como ninguém a Terra que nos acolhe e a todos que fazem parte de nossa vida.

Poucos poderão nos ajudar nessa subida. É preciso traçar nosso caminho pessoal de amar em direção ao ser cósmico que carregamos em nosso interior.

Porém, alguém, aqui ou acolá, também estará subindo, e poderá pelo menos servir de lanterna algumas vezes em nossa jornada.

Stela Vecchi

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