A sentença que condenou Jesus Cristo à morte

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Para a continuidade da essência dos ensinamentos crísticos é muito importante que vejamos com clareza os primórdios do Cristianismo.
Amaram mais as trevas do que a Luz…

Jesus Cristo foi vítima da intolerância religiosa.
A cúpula do judaísmo na época, raiz do cristianismo, rejeitou o aperfeiçoamento da Lei trazida por Cristo.
E assim, decepou uma base importantíssima para que Seus ensinamentos fossem compreendidos com mais facilidade.
Resta para nossa geração descobrir o elo perdido entre o judaísmo, a cabala e o ensinos crísticos.

A vida, as palavras e a paixão de Jesus Cristo sempre alimentaram meu espírito em minha constante busca pela verdade e pelo sentido de nossa vida humana. Essa é a razão da publicação desta matéria. Entre os livros que povoaram minha infância e juventude, havia uma coleção que despertava muito a minha atenção.
Seu nome é “Curiosidades” e seu autor Valmiro Rodrigues Vidal. Editora Conquista,R.J.,1962.

Este texto, encontrado no Volume II, é muito interessante. Começa dizendo que foi recolhido à Biblioteca do Vaticano um valiosíssimo documento, cujo achado, por deliberação das autoridades eclesiásticas, conservou-se em segredo por cerca de 131 anos.
Eis sua transcrição literal:
“Tratar-se-ia do documento original em que Pôncio Pilatos firmara a sentença de morte de Cristo.
A relíquia histórica, conforme notícias divulgadas, consta de uma lâmina de arame de pequenas dimensões, onde está gravada, na íntegra, a sentença que levou Jesus ao Calvário.

O precioso documento teria sido descoberto nas escavações feitas em Áquila, nos arredores de Nápoles, em janeiro de 1820. A lâmina estava cuidadosamente guardada num vaso de mármore branco, que foi encontrado a 5 metros de profundidade, nas ruínas de um castelo.

Como a Pedra Roseta, que esteve enterrada durante 3 000 anos, e que foi descoberta em 1799, por um oficial do exército napoleônico, o documento sobre Cristo foi achado, casualmente, pelos comissários de Belas-Artes que acompanharam os exércitos franceses.
A sentença – segundo nos revela a História – foi ditada a um fariseu por Pôncio Pilatos que, na época, era governador da Baixa Galiléia.
Estaria assim redigida:
“ Ao décimo sétimo ano do Império de Tibério César, e vigésimo quinto dia do mês de março na Cidade Santa Jerusalém, sendo Anaz e Califaz Sacerdotes, e Sacrificadores do Povo de Deus, Pôncio Pilatos, Governador da Baixa Galiléia assentado na Sede Presidial do Pretório – Condena Jesus de Nazaret a morrer numa Cruz entre dois ladrões. Visto que as grandes e notáveis testemunhas do povo dizem:
– 1º. Que Jesus é sedutor;
– 2º. Que é sedicioso;
– 3º. Que é inimigo da Lei;
– 4º. Que se diz falsamente Rei de Israel;
– 5º. Que se diz falsamente filho de Deus;
– 6º. Que entrou no Templo seguido de uma multidão, trazendo palmas na mão.

– Ordem ao 1º. Centurião Quinto Cornélio o conduza ao lugar do Suplício.

– Proibe-se a todas as pessoas, pobres ou ricas, que impeçam a morte de Jesus.

As testemunhas que assinaram a Sentença contra Jesus são:
1º. Daniel Robani (fariseu)
2º. Tomás Zorobatel
3º. Rafael Robani
4º. Capet (homem público)
Jesus sairá da Cidade de Jerusalém pela porta Struenea”.

Presume-se que Cristo tenha sido crucificado quase ao meio-dia. Quanto à data exata de sua morte, o monsenhor Borgongini Duca, núncio apostólico da Itália, revelou às autoridades eclesiásticas “que, após 12 anos de pesquisas históricas, foi levado a concluir que a morte de Jesus ocorrera exatamente a 7 de abril do ano 30 de nossa Era”.

Os estudos de monsenhor Borgongini basearam-se no Livro de Daniel, capítulo 9 do Velho Testamento. Essa descoberta, juntamente com dados astronômicos, levou essa autoridade eclesiástica às datas exatas dos quatro acontecimentos principais profetizados por Daniel, depois da histórica mensagem que recebera do Arcanjo Gabriel.

A notícia vem do próprio Vaticano: “Em entrevista à imprensa Borgongini Duca diz que a profecia de Daniel tem a data do 64º. dia do 209º. ano de Nabonassar o que corresponde a 9 de março de 539 antes de Cristo. O primeiro acontecimento, a reconstrução do templo de Jerusalém, foi predito para o 137º. dia do 302º. ano de Nabonassar ou seja 27 de abril de 445 a.C. O segundo, o advento do Messias, para 219º. dias do 743º. Ano, ou seja, 30 de março de 5 a.C. O terceiro fato, a morte do Messias, deveria ocorrer no 243º. dia do 777º. ano de Nabonassar, dia esse que começou ao por-do-Sol de 6 de abril do ano 30 da nossa Era”. (A Notícia, Rio, 14/4/1952).

Afirma o monsenhor Borgongini que a ressurreição de Cristo verificou-se a 9 de abril, isto é, dois dias depois de sua morte.
Há cerca de 630 anos a Igreja comemora a Páscoa em data variável posterior a 21 de março. A tradição data do ano 325 da Era Cristã, e foi imposta pelo Concílio de Nicéia.

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