Estatísticas e conceito de felicidade: qual a função da mídia na sociedade?

Está na hora de repensar a forma de elaborar as notícias.
Para que servem as estatísticas? Cada ser humano é único. Quanto mais ele se conhece e auto-aperfeiçoa mais sabe que o que serve para um muitas vezes não serve para o outro.

De forma prática, podemos citar o leite como alimento. Suas qualidades nutritivas são inegáveis mas há uma boa parcela da população que tem alergia ou intolerância ao leite, o que torna esse alimento impróprio para essas pessoas. Então ao falarmos sobre as propriedades do leite, por exemplo, precisaríamos deixar claro que para muitas pessoas ele não é benéfico.
Pesquisas recentes sobre a eficácia de remédios também já demonstraram que a absorção do remédio varia muito de organismo para organismo e portanto seus resultados também.

Está na hora de se pensar não só em informar mas também em instruir a população. Essa é uma importante função da mídia e ela precisa ter consciência disso. Porque é um grande mal espalhar conceitos que confundem ainda mais as pessoas.

Se quisermos criar melhores dias para todos precisamos divulgar as notícias ajudando o leitor a se posicionar diante dos fatos e não ajudar a criar apenas mais confusão.

Muitos de nós já compreendem o ensinamento do filósofo Rohden: Nunca deixe que sua felicidade dependa de nada nem de ninguém. Essa é a verdadeira felicidade.

Na Folha de hoje (domingo 04/04/2010) no artigo sobre o que torna a maioria das pessoas felizes esquece-se de citar qual o grau de instrução e de amadurecimento emocional das pessoas consultadas. Informa-se números sem levar em conta a diversidade de naturezas humanas.

Hoje os que atingiram estados mais livres de concepção de vida já perceberam que antes de estarem casados com alguém eles precisam estar casados consigos mesmos, no sentido de terem integrado sua personalidade e já viverem sem conflitos. Esses certamente já possuem novos padrões onde felicidade para eles é usufruírem de paz interior para desfrutarem do banquete da Vida.

Compreendem que felicidade é terem suas necessidades básicas satisfeitas (sejam quais forem) para poderem dedicar-se de fato à manifestação da Vida, que transcende Tempo e Espaço.

Stela Vecchi

About Stela Vecchi

Estudiosa desde 1976 de Espiritualidade, Stela Vecchi encontrou na técnica oriental Feng Shui uma poderosa ferramenta para transformar a realidade, atraindo as melhores soluções para todas as fases de nossa vida. É a criadora de uma nova perspectiva de Feng Shui, o Feng Shui Lógico, que defende a adaptação do Ba-guá da Seqüência do Céu Posterior para o Hemisfério Sul. Sua teoria é baseada nos trigramas (e sua correlação com as estações do ano), e na mesma função das Estrelas-guia do Hemisfério Norte e do Hemisfério Sul: Polaris e Alpha-Crux. O Feng Shui Lógico criou o Método Solar das Quatro Estações, método inédito e válido nos dois hemisférios. Essa perspectiva compreende a profunda base filosófica chinesa e atualiza no Tempo e no Espaço essa importante ferramenta para criar harmonia e prosperidade. Autora dos livros Feng Shui Lógico (Ícone Editora, SP, 2004); No Céu do Hemisfério Sul, Brasil um Novo Começo, onde analisa a bandeira brasileira de um novo ângulo. O livro é dedicado à Educação; e O Caminho da Sabedoria, um livro sobre o AMOR. Suprarreligiosa, entende que estamos diante do desafio de unir tudo e todos no Amor-Cósmico, uma nova forma de entender e praticar o Amor: no equilíbrio e no respeito às diferenças. Ministra cursos de Feng Shui Lógico (Básico, Avançado e Profissionalizante). É consultora de Feng Shui Lógico e astróloga.
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