O casamento é a célula mater da sociedade.
A base do casamento deve ser o amor.
Mas será que usamos essa palavra, Amor, de forma a exprimir o que ela realmente significa?
Amor, em sua essência, significa a melhor coisa que existe, algo muito bom.
O mal não sobrevive nessa energia maravilhosa.
A sinceridade e o respeito às diferenças são as bases desse sentimento.
O amor eterniza todos os momentos vividos nele e por ele.
É curioso ver pessoas que se massacram, se criticam mutuamente em pensamentos e até palavras dizerem que se amam, que não podem viver uma sem a outra…
Isso tem outro nome, talvez dependência, talvez baixa auto-estima, mas nunca AMOR.
Em meio a criticas constantes, e até destrutivas, essa pessoa que diz que ama não ajuda a outra a ser cada vez melhor. Pelo contrário, tira sua paz, cria dificuldades para a sua auto-estima, tão necessárias para ela se amar e assim poder amar também.
Quando amamos, o sentimento que emanamos é tão poderoso que desfaz com sua força toda a escuridão dos que não sabem amar, ou usam essa palavra de forma vazia.
O tempo para isso acontecer depende da escuridão que queremos iluminar…
É muito difícil ser feliz tendo que lidar continuamente com situações abusivas que geram dor. Jesus fala em matrimônio inválido. É muito provável que precisamos entender mais sobre o que ele quis dizer sobre isso, porque Jesus, o Sumo Bem, deseja nossa felicidade.
Encontrei um livreto chamado Quando é possível decretar a Nulidade de um Matrimônio – Edson Luiz Sampel – Paulus – São Paulo – 1998 que merece ser consultado amplamente. Veja esse trecho: “Com efeito, infelizmente, há uma quantidade enorme de casamentos nulos, oriundos da imaturidade dos nubentes, que se unem sem estar preparados para assumir as graves responsabilidades do matrimônio cristão”…
E continua: Como advogado, atuei em causas nas quais o matrimônio havia sido celebrado 20, 30 anos atrás… Não importa; se há mácula in radice ( na raiz), vale dizer, quando da celebração do matrimônio-ato, a Justiça Canônica é competente para decretar a nulidade.
Esse outro trecho do Pe. Dr. José Pegoraro, citado neste mesmo livreto também é esclarecedor:
“A Igreja, em sua doutrina milenar, sempre se declarou incompetente em dissolver o vínculo que nasce do sacramento do matrimônio validado celebrado e consumado, assim como declara incompetente qualquer outra autoridade. O caminho que ela percorre é diferente. Ela aprofunda uma compreensão cada vez maior das exigências e das condições necessárias para assumir este projeto de vida de forma definitiva, ampliando a possibilidade de declaração de nulidade do matrimônio celebrado. Muitos casamentos, que aparentemente parecem válidos, são passíveis de sentença de nulidade, pois sua realidade interior não está suficientemente constituída”.
Esse tema é tão importante para a harmonia social, que acho importante finalizar com essa frase do citado livreto – pequeno no tamanho e tão grande em importância:
“Ao contrário do que costumam afirmar por aí, o Direito Canônico continua muito vivo, e considerando-se que a maioria dos conterrâneos são católicos, suas leis, máxime o Codex Iuris Canonici, exercem profunda influência social e deveriam suscitar o interesse e estudo dos juristas brasileiros.”
Stela Vecchi é escritora e consultora de Feng Shui.
Autora do livro Feng Shui Lógico (Ícone Editora, SP, 2004), ministra cursos de Feng Shui Lógico, técnica que favorece a felicidade porque deixa sua casa harmoniosa e plena de energia benéfica.
Autora do livro No Céu do Hemisfério Sul – Brasil, um Novo Começo, onde analisa a bandeira brasileira de um ponto de vista inédito.
Seu último livro, O Caminho da Sabedoria, é sobre o amor e sobre o verdadeiro significado dos relacionamentos amorosos em nossa vida.Visite também o site: www.fengshuilogico.com